quarta-feira, 27 de maio de 2009

Só quem já passou sabe como é...

Deu no G1:

A mãe que fugiu com o filho em Minessota, nos Estados Unidos, para que ele não fosse tratado de um câncer disse nesta terça-feira (26) que aceita o tratamento.

Colleen Hauser se entregou à policia nesta segunda-feira (25) após ter fugido com o adolescente Daniel Hauser, de 13 anos, que precisa ser submetido à quimioterapia para combater um linfoma de Hodgkin.

A família integra um grupo religioso que defende a medicina alternativa. Já existia uma decisão judicial que determinava a continuação do tratamento.

A Justiça de Minessota ordenou a prisão da mãe e determinou que Daniel fique com uma família adotiva até ser tratado. Porém em audiência após a fuga, os pais, Collen e Anthony Hauser, disseram que agora concordam com a quimioterapia.

Segundo o médico da família, o tumor de Daniel está crescendo, e precisa ser tratado com urgência.

(*) Com informações da Associated Press


Entendo que toda mãe anseia em proteger seu filho, em evitar o sofrimento. Mas, neste caso, tem é que se enfrentar o problema...por mais complicado que pareça, há cura! Confie no Senhor. Eu já ouvi muito a seguinte frase: "É hora de matar no peito e chutar para o gol." e deu certo!
Vejo também, que a justiça Americana agiu equivocadamente. Por mais que a família tenha suas crenças diferenciadas, tinha que ser levado em consideração a situação da mãe, o sofrimento dela ao ver a situação do filho e imaginar o quanto ele sofreria no tratamento de quimioterapia.
Enfim, espero que a quimio destrua o câncer do Daniel e que a justiça Americana entenda que não basta apenas a química na veia para a cura, a presença da família é fundamental...porque o que cura o câncer não é apenas a quimioterapia, é sim a química misturada com uma forte dosagem de AMOR.

Um comentário:

Gigi disse...

Concordo com vc quando disse que a cura do câncer não é apenas a quimioterapia e sim o amor aliado a quimio.Mas discordo quando disse que a situação da mãe deveria ser levada em consideração.Acho que neste caso a mãe não pensou no sofrimento do filho ao passar pela quimioterapia mas sim na religião.